Nasalidade VocŠlica em PortuguÍs (Pistas para identificaÁ„o forense de falantes): Difference between revisions

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== Speaker ==
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* Manuel Domingos
* Manuel Domingos, INESC-ID and Centro de Linguística da Universidade de Lisboa





Latest revision as of 10:58, 15 March 2011

Manuel Domingos
Manuel Domingos
Manuel da Silva Domingos, natural de Angola, √© formado em Ci√™ncias Religiosas (Teologia, √Čtica e Moral). Em 2006 obteve o diploma de licenciatura em L√≠ngua e Literatura Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto, e em 2011 concluiu o mestrado em Lingu√≠stica: Fon√©tica Forense e Fonologia, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Desde 2007, exerce actividades docentes na Faculdade de Letras em Angola (Luanda), com maior enfoque sobre a Lingu√≠stica bantu. Actualmente √© investigador no Laborat√≥rio de Sistemas de L√≠ngua Falada do INESC-ID e colaborador no Centro de Lingu√≠stica da Universidade de Lisboa. As suas √°reas de interesse s√£o: Morfossintaxe das l√≠nguas bantu, Fon√©tica Forense e Fonologia.
Addresses: www mail

Date

  • 14:30, Wednesday, March 16th, 2011
  • Room 336

Speaker

  • Manuel Domingos, INESC-ID and Centro de Lingu√≠stica da Universidade de Lisboa


Abstract

A tese ‚ÄúNasalidade Voc√°lica em Portugu√™s: Pistas para identifica√ß√£o Forense de falantes‚ÄĚ tem como objectivos a constitui√ß√£o de pistas para identifica√ß√£o forense de falantes e a discuss√£o sobre a representa√ß√£o fonol√≥gica da nasalidade voc√°lica em Portugu√™s. Na tese foram analisados os correlatos ac√ļsticos das vogais nasais nos sistemas do Portugu√™s Europeu (PE) e do Portugu√™s Angolano (PA). Desta forma, foram analisadas as frequ√™ncias dos dois primeiros formantes (F1 e F2) e a Frequ√™ncia Fundamental (F0) das cinco vogais nasais, na parte oral e na parte nasal, considerando as suas caracter√≠sticas articulat√≥rias. Tamb√©m foram medidas as dura√ß√Ķes dos tr√™s eventos de cada vogal nasal (i.e., parte oral, parte nasal e ap√™ndice nasal) e as dura√ß√Ķes da oclus√£o, da explos√£o e do VOT das oclusivas, [+voz] e [-voz], adjacentes √† direita.

Dos resultados obtidos das an√°lises feitas, foram relevantes as diferen√ßas quanto √† qualidade voc√°lica e √† dura√ß√£o dos eventos ac√ļsticos analisados nas cinco vogais nasais. Desta forma, os dois sistemas (PE e PA) distinguem-se pelos n√≠veis de abertura, assim como pelo avan√ßo ou recuo da l√≠ngua, tendo em considera√ß√£o os valores de F1 e de F2 de cada uma das cinco vogais nasais. Quanto √† dura√ß√£o, foi poss√≠vel verificar que as vogais nasais s√£o mais longas no PA do que no PE. Relativamente √† representa√ß√£o fonol√≥gica da nasalidade, foram verificadas produ√ß√Ķes que podem ser interpretadas como outputs que remetem para uma mesma representa√ß√£o da nasalidade voc√°lica nos dois sistemas. Contudo, algumas produ√ß√Ķes idiossincr√°ticas permitiram tamb√©m considerar a possibilidade da ocorr√™ncia de uma consoante nasal homorg√Ęnica com a oclusiva seguinte no PA.

Relativamente √† identifica√ß√£o de falantes, as pistas consistiram nas particularidades do sistema e do respectivo sexo, tendo-se encontrado possibilidades de identifica√ß√£o quer ao n√≠vel da qualidade voc√°lica e das traject√≥rias dos formantes e de F0, quer ao n√≠vel dos v√°rios aspectos de dura√ß√£o dos eventos ac√ļsticos considerados na tese.


Palavras-chave: Identificação forense de falantes, formantes, F0, parte oral da vogal, parte nasal da vogal, apêndice nasal, oclusão, explosão, qualidade vocálica, duração.


Note: This seminar will be held in Portuguese.

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